Historia de gestão e de polícia

Na década de 80 a empresa de telecomunicações do estado da Bahia, que se chamava Telebahia, teve um fato curioso que queria compartilhar, pois infelizmente esse fato pode hoje, mais de três décadas depois, ainda ocorrer em muitas empresas.

                
Na década de 80 a empresa de telecomunicações do estado da Bahia, que se chamava Telebahia, teve um fato curioso que queria compartilhar, pois infelizmente esse fato pode hoje, mais de três décadas depois, ainda ocorrer em muitas empresas.

Em plena expansão das linhas de transmissão de telecomunicações uma equipe de instalação, subordinada diretamente a operação da empresa resolveu ganhar o que chamamos de por fora, uma caixinha, um a mais...

Abrindo um parentese que:
À época não tínhamos tecnologia suficiente para resolver este problema gerado, mas hoje já e possível não chegar a tanto. Detálhe que mais de uma década depois a internet no brasil ainda era um bebê a famosa linha discada.

Queria que você levasse para o seu mundo este exemplo e o adaptasse à sua realidade e o que com mais tecnologia você poderia evitar de problemas.

Bom ai vai.

A estratégia dos "bandidos":
Na década 80 estávamos em plena expansão das linhas de telefone na cidade de Salvador - BA. 
O que acontecia é que a empresa criou grupos de instaladores que no início da semana recebiam a lista de endereços que iriam, na quele semana, ser instalados.

A ideia de jerico:
O que acontecia é que um grupo dessas equipes sabendo por onde iriam passar, por ter a programação de atendimento da semana à mão, tiveram uma ideia, que aos seus olhos era infalível e ninguém ficaria sabendo.

Como eles tinham a lista, ao passar por um determinado bairro, algumas pessoas pediam para os instaladores que instalassem o telefone, sem saber se estavam contemplados na lista.
Os instaladores já sabiam que esta região, bairro e pessoa estavam na lista para a instalação, mas para poderem receber uma "grana" por fora, diziam que não tinham previsão de instalação, então diziam que se o morador pagasse, por fora, eles poderiam instalar antes.

O Azar:
Um desses moradores era grande amigo do presidente da empresa e ao receber esta informação, ligou para o presidente narrando que essa equipe estava pedindo dinheiro para instalar os telefones por fora.

A investigação:
A direção da empresa solicitou que todas as equipes, naquele momento eram cerca de 15 equipes, fossem colocadas em salas separadas e solicitou que 15 delegados os questionassem para saber quem estava fazendo isso.

Limitações existentes:
Não havia internet
Não havia smartphones
Não havia aplicativos
Não havia telefone... Afinal estavam instalando

Esse processo foi moroso, custoso, e pouco eficaz uma vez que, por falta de controles automáticos, esses problemas eram recorrentes.

Resultado:
Criaram alguns controles o mais eficiente era os instaladores saírem com uma solicitação de instalação por vez.
Ao instalar esta solicitação, o instalador ligava para a central dizendo que havia terminado e a atendente passava a segunda solicitação do dia e assim por diante. Assim os instaladores não podiam prever onde seria, instalados os próximos telefones.

Hoje, 30 anos depois, esse processo ainda ocorre em algumas empresas da área de tecnologia ou não. Seguradoras por exemplo tem o mesmo problema nos atendimentos externos aos seus clientes.

Eu contei esta história real para que você avalie dentro da sua empresa como os controles de equipes estão sendo gerenciados.

E aproveito para fazer um convite para que você acesso o link do uoolly.com e conheça a ferramenta que pode evitar este problema.

Marcos Alpha - Uóólly